ESTUDO.LIDERES E AS IGREJAS DOS VIZINHOS.

BAGUNÇA GENERALIZADA.

Analisando as propostas atuais impostas pelos lideres, onde estão inseridos em suas comunidades engaioladas entre quatro paredes que reluz ao som de suas mesmices.

E contemplado a cada dia o alvorecer de um vigoroso circulo vicioso, com as mesmas mensagens, meio bíblica meio filosófica, uma historicidade triunfalista em meio ao caos teológico. Fica difícil de analisarmos a que caminho será seguido; já que em meios a tantas diversidades e culto para todos os deuses o gostos, a sociedade que anseio buscar alivio para seus sofrimentos, e que por vez deveria desfrutar do descanso na palavra libertadora da salvação e da cruz, encontra-se paralisada com o ópio das teologias inventadas por gurus ego centristas. A uma gama de lideres cópias, sem identidade próprias, pessoas que repetem o que admiram em outros, as mensagens, os tons de voz, os gestos. A robotização tem paralisado o ser humano, que não conseguem desfrutar do seu próprio ser intelecto. 

Vivem de papagaiadas alheias. Cadê os pensadores da teologia bíblica? Se Cristo que é o fundamento da igreja com características e centralidade únicas; afinal foram esses seu ensinamentos, e que estas são as suas palavras, e só estas que dão vida eterna.(Jo.5.39),onde estão os ensinadores? Ao som de musicas gospel, são feito apelações ao gritos. O silêncio com Deus já não satisfaz mais essa geração, e pregadores sérios que pregam a palavra de Deus com responsabilidades já não são bem vistos, é por isso que cada esquina tem um confessionário com nome de denominação: é igreja das missões não sei das quantas, há nome para todos os gostos, só não sabemos a que deus esta sendo adorado! A cada sala de culto que são abertos, que deveriam ser para crescimento do reino, são inimigos que estão sendo formados e treinados para combates entre denominações, não citaremos nomes, pois igreja é de Cristo, única e verdadeira, que aqueles que querem participar tem que render-se ao seu senhorio.

O primeiro e principal instrumento que a Igreja tem nas mãos é o teológico. É no silêncio da voz teológica que a ansiedade e a perplexidade da Igreja extravasam em gritos e gemidos. 

A teologia fornece alguns aspectos indispensáveis ao pastor e à Igreja que desejam se posicionar na cidade e oferece respostas para as dúvidas e inquietações que acompanham aqueles que se movimentam.

A teologia bíblica apresenta três momentos que muitas vezes se confundem e se sobrepõem: a rejeição da realidade, a revolução da realidade e a revelação da realidade. O primeiro momento é a rejeição imediata da realidade tal como a percebemos. Essa é uma característica de toda reflexão, mas de forma especial da reflexão teológica. Para o teólogo (que também é um pensador) as coisas não são o que aparentam ser e as realidades não são fechadas em si mesmas — são enigmas e proposições que revelam e escondem, ao mesmo tempo, o objeto dado. O teólogo não rejeita a realidade em seu próprio nome ou em nome de alguma ciência, propósito ou causa — ele a rejeita em nome de Deus. É necessário entender que a mensagem do evangelho não é uma proposta importada para a cultura alvo nem mesmo um diálogo aberto onde valores bíblicos são negociados. É portanto uma resposta (supra cultural mas culturalmente aplicável) de Deus para homens de todas as culturas em todas as gerações, respondendo as questões mais profundas de cada coração. O que as igrejas precisam hoje, são de pensadores e visionários que olhem para o Reino enxergando Cristo no fim de suas jornada. A pregação expositiva da bíblia e a vivência da mesmo, impedirá a proliferação na vizinhança.

Que Deus nos ajude.

Por.Pr Jonatas Egidio Schmetk

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