ESTUDO.JOSÉ! O SALVADOR DO EGITO. PARTE II.
SUA VIDA DE ESCRAVO.
Não podemos quantificar o sofrimento de um escravo principalmente naquela época, os textos sagrados apenas nos coloca que seus irmãos o venderam para os medianitas e esses, a Potifar chefe da guarda do faraó.
No Egito e na casa de seu senhor José se comportou como tal em integridade, a partir desse ponto da historia Deus começa a agir de forma mais clara na vida de José, não que Deus não tivesse agido anteriormente, os seus sonhos em Hebrom já faziam parte de seus propósitos, mas agora José começa a entender sua relação com Deus. Impressionante analisarmos a vida desse jovem e os de nossos tempos, se um jovem de nossos tempos passasse por tal situação, no mínimo culparia seus pais pelo resto da vida a Deus por sua existência, amaldiçoaria seus irmãos e falaria mal de Potifár por não deixar usar internet e logo estaria em depressão (N.M).
Mas José não se intimidou com a situação, trabalhou com determinação e capricho, a saber, ele não era o único naquela situação. Ele era apena um entre muitos jovens semitas que se tornaram escravos nas casas egípcias entre 1900 e 1600 a.C. O Papiro de Brooklyn registra essa parte de prisioneiros escravos egípcios.( Albright, JOAS,A papyrus of the Late Middle Kingdom,1955.pgs 20-223).(Dicionário Vida Nova, pg 320,Rio de Janeiro).
Existem amplas explicações espalhadas sobre grandes números de asiáticos no Egito naquele período, alguns chegando a altas posições de confiança junto aos seus senhores (POSENER,Syria,XXXIV,1957,pgs145-163).
Mas porque a historia de José tornou-se tão importante; simplesmente pelo fato de que o condutor de sua bela historia dentro de uma nação que não era a sua nação oficial, ele não veio com cargos designados para a casa de Potifar, veio por ser um infortúnio de seus irmãos. O fato de ser vendido a Potifar não foi uma obra divina como muitos querem confirmar, cremos que a obra divina foi feita em sua vida para transformar a casa de seu senhor, a ponto de coloca-lo como governante de sua própria casa. A fidelidade de José não estava depositada em Potifar seu senhor, mas em Deus, ”O seu Deus”, o Deus de seus pais.
Essa relação com Deus fez com que em tudo o que colocasse as mãos Deus o abençoava, cremos que o proposito de Deus na vida de José não estava relacionado à sua nação, mas sua integridade e conduta diante de uma sociedade extremamente pagã ele depositou sua confiança no Deus que fez promessas aos seus pais. Essa fidelidade levou ao seu senhor achar graça em seus olhos, ou melhor, ter total confiança em seu servo
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