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ESTUDO OS RITUAIS LINGUÍSTICOS.

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TITULO.  BARULHO EVANGELICO . TEXTO BASICO. Rm.12.1-2.Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.  E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. INTRODUÇÃO. Paulo introduz toda a sua exortação apostólica na esfera do “Pai da misericórdia” (2Co 1.4). Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus. Na verdade não é ele próprio que está exortando. Para ele, isso seria pusilânime, sim, muito temerário. A misericórdia de Deus, no entanto, é uma autoridade e uma potência sem igual, difícil de experimentar sem que nos tornemos diferentes, sem que ela produza em nós “tanto o querer como o realizar” (Fp 2.13). Se não nos cobrirmos os próprios olhos, somos “transformados, de glória em glória” pela contemplação do seu Cristo (2Co 3.18). Obviamente es...

ESTUDO. A DESPEDIDA DE MOISÉS.

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QUANDO CHEGA OFIM! Se o final abrupto e quase trivial do livro de Números teve a intenção de indicar que o começo da grande história de Israel como nação não havia terminado, o livro de Deuteronômio claramente dá a conclusão desta grande história de livramento. Nele, Moisés não é meramente o ator principal como nos três livros anteriores; aqui ele é também o único narrador, e os discursos (que formam a parte principal do livro) são tanto seu resumo quanto sua aplicação desta história a Israel. O fato de que é Moisés, o líder e o legislador, que fala a Israel, e por meio dele a todo o Israel de Deus nas gerações por vir, é deixado claro pela afirmação expressa nesse sentido e também pelo fato de que os pronunciamentos são marcada e caracteristicamente mosaicos.  Moisés aceitou em silêncio a sentença de que não iria guiar o povo até Canaã (Nm 27.12-17). Três vezes, em seu primeiro discurso (Dt 1.37; 3.23-27; 4.21-24), ele expressou sua dor em não poder realizar o desejo de seu cora...

ESTUDO.VENCENDO AS ADVERSIDADES.

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VIVENDO COM EQUILIBRIO! 1. José conviveu com a indiferença sem perder a fé. Ninguém acreditava nele (37.5-10). Seu pai, seus irmãos duvidavam de tudo o que Deus vinha lhe falando. Mas o Senhor era com José (39.2,21). No fundo ele sabia que Deus dirigia seus passos. Muitas vezes temos que conviver com a indiferença. Pessoas que não compartilham dos sonhos que Deus tem colocado em nossos corações. O vencedor será aquele que “diligentemente” viver nutrindo sua fé em Deus. A verdadeira fé está morta para a dúvida, surda para o desânimo, cega para as impossibilidades. Agostinho afirmou: 2“Fé é acreditar naquilo que não vemos, e a recompensa da fé é ver aquilo em que acreditamos”. Os sonhos de José se cumpriram porque era a vontade de Deus. 2. José conviveu com a traição sem perder a doçura. Foram três situações que contribuíram para “azedar” o coração de José: Primeiro: O fato de ser vendido como um animal por seus próprios irmãos (37.28). Segundo: A calúnia levantada pela mulher de Potifa...